O CICLO DE LEITURAS DA TORAH NA SINAGOGA

Pe. Fernando Gross

Um material de aprofundamento bíblico baseado na tradição escrita e oral dos judeus e das orientações da Igreja desde o Vaticano II aos dias atuais e o ensinamento dos últimos Papas, confirmando o caminho de estima mútua e amizade no diálogo com o judaísmo e o patrimônio comum presente no Pentateuco em todas as Sagradas Escrituras.

Este trabalho é uma introdução à leitura da Bíblia, aos comentários, às fontes diversas e à evolução da Tradição de Israel e de Jesus. Fornece ainda citações do Antigo e do Novo Testamentos, favorecendo a compreensão de uma Teologia da continuidade das Sagradas Escrituras, estimulando a consciência de herança espiritual comum a judeus e cristãos (Pe. Fernando Gross).

CONVIDADOS AO BANQUETE NUPCIAL: UMA LEITURA DE PARÁBOLAS NOS EVANGELHOS E NA TRADIÇÃO JUDAICA

Pe. Donizete Luiz Ribeiro

Um material de aprofundamento bíblico baseado na tradição escrita e oral dos judeus e das orientações da Igreja desde o Vaticano II aos dias atuais e o ensinamento dos últimos Papas, confirmando o caminho de estima mútua e amizade no diálogo com o judaísmo e o patrimônio comum presente no Pentateuco em todas as Sagradas Escrituras.

Este trabalho é uma introdução à leitura da Bíblia, aos comentários, às fontes diversas e à evolução da Tradição de Israel e de Jesus. Fornece ainda citações do Antigo e do Novo Testamentos, favorecendo a compreensão de uma Teologia da continuidade das Sagradas Escrituras, estimulando a consciência de herança espiritual comum a judeus e cristãos (Pe. Fernando Gross).

JESUS FALA COM ISRAEL: UMA LEITURA JUDAICA DE PARÁBOLAS DE JESUS

Rabino Philippe Haddad

Jesus fala com Israel é o resultado de encontros de estudos entre amigos judeus e cristãos em torno das parábolas de Jesus, em Nîmes, Saint-Germain-em Laye, Paris (Colégio dos Bernardinos) e sobretudo na diocese de Essonne há alguns anos graças ao Serviço Diocesano de Relações com o Judaísmo (SDRJ).

Nossa intenção escrevendo este livro foi de reencontrar as raízes judaicas deste discurso de Jesus (Yeshua) que, tendo uma grande originalidade, se inscreve na lógica farisaica. Esta interpretação, livre e cheia de paixão, cria a possibilidade de um diálogo autêntico entre judeus e cristãos, num face a face em que cada um encontrará naquilo que o outro traz o enriquecimento para melhor esclarecer sua própria fé.

JUBILEU DE OURO DO DIÁLOGO CATÓLICO-JUDAICO: PRIMEIROS FRUTOS E NOVOS DESAFIOS

RIBEIRO, Donizete; RAMOS, Marivan S. (orgs.) – 2ª edição

Cinquenta anos após a declaração da Igreja Nostra Aetate § 4 que ensina a mútua estima e o diálogo entre Católicos e Judeus, este livro avalia os primeiros frutos deste fecundo diálogo e apresenta novos desafios. Nele encontramos duas conferências inéditas, em português, do Cardeal Kurt Koch, atual Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e para as Relações Religiosas com o Judaísmo. Cardeal Kurt Koch fala de Nostra Aetate como bússola permanente do diálogo. Enfim, há também duas declarações de “nossos irmãos mais velhos” que avaliam a caminhada deste primeiro jubileu e dizem claramente o que esperam das relações entre Judeus e Católicos: fazer a vontade de nosso Pai dos céus numa parceria entre Judeus e Cristãos. Seguindo os passos de seus predecessores, o Papa Francisco confirma tudo isto dizendo: “de inimigos e estranhos nos tornamos amigos e irmãos. Espero que a proximidade, a compreensão mútua e o respeito entre as nossas duas comunidades continuem a crescer”.

PAI NOSSO: UMA LEITURA JUDAICA DA ORAÇÃO DE JESUS

Rabino Philippe Haddad

O quinto livro da coleção judaísmo e cristianismo וניבא – Pai Nosso, apresenta a oração por excelência do cristianismo segundo os ensinamentos de Jesus à luz da tradição judaica. Desse modo, o autor se empenha na busca das relações que a oração do Pai Nosso estabelece com a liturgia sinagogal de Israel e sua ampla tradição oral. Pois, se por um lado, a oração que Rabi Yeshua nos ensinou mantém sua originalidade, por outro lado, é inegável o contexto em que marca as influências da cultura judaica na oração. Para ao término de sua obra poder enfim constatar que: “No final, o Pai Nosso não nos revelou todas as suas potencialidades, assim como as Parábolas, que ele veiculava uma profunda mensagem que a simplicidade do propósito podia ocultar”.

AS RELAÇÕES ENTRE JUDEUS E CRISTÃOS A PARTIR DO EVANGELHO SEGUNDO SÃO JOÃO

Pe. Manoel F. de Miranda Neto

As relações entre Judeus e Cristãos se encontram no interior dos Evangelhos e neste livro Pe. Manoel Miranda situa e analisa as diferentes razões de uma possível separação entre Judeus e Cristãos a partir do Evangelho de São João. Fazendo jus ao “patrimônio comum” recomendado por Nostra Aetate, Pe. Manoel Miranda analisa com nuances diversos textos neotestamentários e demonstra que contrariamente às aparências ou ideologias, a separação entre Judeus e Cristãos acontece de maneira gradativa, localizada e depois de muitas décadas de convivências e de encontros. Assim, entre Judeus e Cristãos, o encontro precede de muitos anos os desencontros. A partilha do “patrimônio comum” foi centenária e muito aquém e além das divisões e separações. Esta tese fundamental, defendida com brilho pelo Pe. Manoel, se encontra nos últimos anos confirmada pela grande corrente de pesquisa representada, entre outros, pelo pesquisador judeu Daniel Boyarin e ela mostra que Jesus não é anterior, mas interior ao judaísmo. De fato, faz-se necessário reconhecer que entre Judeus e Cristãos, o que nos une é bem maior e mais antigo do que nossas divergências sobretudo histórico-bíblicas. A afirmação capital de “patrimônio comum” é um tesouro escondido que precisa ainda ser revelado e lapidado para que juntos, Judeus e Cristãos, com suas legítimas diferenças, possam se engajar para o bem da humanidade, a parti r da Escuta do Sinai e de Sion.

INTRODUÇÃO À LEITURA JUDAICA DA ESCRITURA

Irmã Anne Avril; Fr. Pierre Lenhardt

Nesta obra os confrades da Congregação de Nossa Senhora de Sion (NDS) Anne Catherine Avril e Pierre Lenhardt, apresentam de maneira simples e objetiva de que modo a Escritura, Torá, era lida no contexto do judaísmo vetero e neotestamentário. Os irmãos e as irmãs de Sion buscam aproximar os ouvintes/leitores de que modo, a partir da sinagoga, Israel lia e interpretava seus Textos Sagrados. Dessa leitura/ atualização da Palavra Revelada surgiu o desejo de se encontrar com a vontade do Eterno, pois a Torá, oral e escrita, é um manancial de graças e bênçãos que desde tempos imemoriais os sábios de Israel buscavam incessantemente sua compreensão, a fim de fazer eco as palavras de seus antepassados no monte Sinai que atônitos ao ouvir tudo que Moisés recebera do Senhor proclamaram: “Tudo o que o Senhor disse, nós faremos e escutaremos – ” (Ex 24,7).

A UNIDADE DA TRINDADE: A ESCUTA DA TRADIÇÃO DE ISRAEL NA IGREJA

Fr. Pierre Lenhardt

A obra do irmão Pierre Lenhardt, grande conhecedor das relações entre Judaismo e Cristianismo, sobre a UNIDADE DA TRINDADE convida seus leitores a perceber, tendo em mãos os textos, o enraizamento da Fé Trinitária na Tradição judaica, tanto bíblica como rabínica” (…). Devemos haurir destes textos a extrema riqueza de suas traduções e comentários. Seu autor conduz assim seu leitor em direção do “meio vital” (milieu vital) que funda esta Tradição: a oralidade e o questionamento mútuo que correm o risco de desaparecer em uma visão unilateralmente especulativa da Teologia Trinitária”. (Christoph Théobald, CJ, in Recherches de Science Religieuse, 2011/4, tome 99, pag. 617).

POR TRÁS DAS ESCRITURAS: UMA INTRODUÇÃO À EXEGESE JUDAICA E CRISTÃ

Prof. Marivan Soares Ramos

O propósito do livro é de introduzir o (a) estudante, bem como a todos aqueles (as) que se deixam enamorar pela Palavra de Deus, à ciência exegética, ou seja, a alguns métodos, da tradição rabínica e da tradição cristã, que nos ajudam a melhor interpretar e, assim, possibilitando o aprofundamento no conhecimento dos sentidos das Sagradas Escrituras. Portanto, o desejo é demonstrar de que maneira pode-se encontrar um maravilhoso e sempre florido “jardim” a nossa espera. Neste sentido, o objetivo ao interpretar um texto bíblico deve ser o de buscar sentidos para o mesmo e, sendo assim, chamar a atenção das pessoas que nos escutam para alguns pontos mais específicos em vista da interpretação e da atualização do texto.

JUDAÍSMO SIMPLESMENTE

Irmã Dominique de La Maisonneuve

A proclamação do evangelista São João: “a Salvação vem dos Judeus” (Jo 4,22) durante inúmeros séculos não chamou a atenção da Igreja. Para os cristãos, a Salvação não vem de Jesus Cristo? Esta aparente contradição pode ser entendida e resolvida somente através de um melhor conhecimento do Judaísmo. Eis a finalidade deste livro. Descrevendo a história trágica das relações entre judeus e cristãos, a autora, Irmã Dominique de La Maisonneuve, apresenta a mais antiga religião monoteísta, sua referência à Torá, suas festas e seus ritos. O leitor descobre assim “o vínculo que, segundo o concílio Vaticano II, liga espiritualmente o povo do Novo Testamento è linhagem de Abraão”.

AS SAGRADAS ESCRITURAS EXPLICADAS ATRAVÉS DA GENIALIDADE DE RASHI

Fr. Elio Passeto

A obra colossal de Rashi é filha de seu tempo, como ela também é fruto da tradição de seu povo, sua obra fundamental, constituída pelos seus comentários das Escrituras e do Talmud, fizeram-no o comentador por excelência, a genialidade de Rashi consiste na sua capacidade de compreender a Escritura, bem como a tradição oral de Israel na sua profundidade, e de tornar a explicação dessa sabedoria acessível a todos.

Para Rashi a Palavra de Deus foi doada para ser entendida e experimentada. Contudo, a explicação não pode seguir um sistema de interpretação, mas deve seguir a dinâmica da Revelação, pois a Palavra não é prisioneira de um molde pré-estabelecido. O esforço de toda sua obra é o de tornar o texto e o ensinamento da Torah compreensíveis aos seus ouvintes e aos seus leitores. 

À ESCUTA DE ISRAEL, NA IGREJA. TOMO I

Fr. Pierre Lenhardt

A escuta de Israel se impõe a todo cristão consciente do valor universal que tem a humanidade judaica de Jesus Cristo. 

Este livro manifesta a continuidade do Antigo e Novo Testamentos, da aliança Una e Única, tornada Nova e Eterna em Jesus Cristo. Ele faz entender as múltiplas ressonâncias entre a interpretação judaica e a interpretação cristã das Escrituras, entre a oração judaica e a oração cristã. Seu autor inicia-nos à Tradição de Israel. Seu leitor permanece maravilhado pela “alegria da Torá”, alegria bem conhecida dos judeus, alegria comunicativa que o cristão faz a experiência quando ele compreende a unidade da Palavra oral e escrita de Deus – Tradição e Escritura – sua perfeição e sua coerência.

Pierre Lenhardt, de saudosa memória, familiariza-nos com as fontes judaicas difíceis e desconcertantes para quem as encontra do exterior. Ele nos faz compreender como a ressurreição é ensinada na Tradição judaica, como Deus busca a Terra de Israel e vai habitar o Templo de Jerusalém antes de manifestar seu abaixamento em Jesus Cristo.

A TRILOGIA SOCIAL: O ESTRANGEIRO, O ÓRFÃO E A VIÚVA NO DEUTERONÔMIO E SUA RECEPÇÃO NA MISHNÁ 

Pe. Antonio Carlos Frizzo

O mundo atual se fecha cada vez mais aos excluídos que gritam por vida e justiça. O Papa Francisco tornou-se uma voz que clama no deserto contra os muros e os preconceitos xenofóbicos que já começam a se institucionalizar como normais e até como legais. Recepcionar de novo a trilogia social do Deuteronômio é voltar ao coração da tradição bíblica que tem sua fonte na passagem da escravidão à liberdade. As religiões se aproximam dos poderes intolerantes que se espalham pelo planeta e veiculam suas “éticas” exclusivistas. Judeus e cristãos são descendentes éticos do arameu e dos escravos do Egito, são defensores dos tempos messiânicos da justiça e da paz, são promotores da igualdade inegociável. Enquanto houver estrangeiro, órfão e viúva espoliados, estaremos em dívida com Deus. Em termos secularizados, estaremos em dívida com as promessas modernas que estruturam as instituições sociais e políticas que ainda sobrevivem como base da vida comum. 

À ESCUTA DE ISRAEL, NA IGREJA. TOMO II

Fr. Pierre Lenhardt

A escuta de Israel se impõe a todo cristão consciente do valor universal que tem a humanidade judaica de Jesus Cristo. 

Neste segundo tomo, Pierre Lenhardt, de saudosa memória, continua à escuta de Israel, na Igreja, no espírito do Concílio Vaticano II, demonstrando a continuidade do Antigo e Novo Testamentos, da Aliança Una e Única, tornada Nova e Eterna em Jesus Cristo. Ele se situa como um cristão cuja identidade se refere à identidade judaica. Além de dar exemplos nos três primeiros artigos do patrimônio comum, ele indica, nos outros quatro capítulos a novidade radical trazida por Jesus Cristo, a Torá encarnada. 

Misericórdia e Sacrifícios; Tradição sobre presença de Deus (Shekhiná) e renovação (hiddush) da Única Aliança, assumida e renovada em Jesus Cristo.

Que a leitura deste grande livro nos coloque na via autêntica da escuta e do encontro: que ela suscite cada vez mais leitores/ouvintes da Palavra do Deus Vivo, oferecida à Israel a à Igreja.

UMA VIDA CRISTÃ À ESCUTA DE ISRAEL

Fr. Pierre Lenhardt

A escuta de Israel se impõe a todo cristão consciente do valor universal que tem a Escritura e a Tradição judaico-cristãs. 

Nesse livro auto biográfico Pierre Lenhardt, de saudosa memória, continua, como cristão e religioso de Sion, à escuta de Israel, na Igreja, no espírito do Concílio Vaticano II, colocando por escrito o que lhe dita sua memória. De sua infância feliz no Marrocos à sua vida de estudante e de executivo em Paris, Pierre Lenhardt tece livremente comentários sobre suas leituras e encontros fraternos que vão marcar profundamente sua vida. De Sion à Jerusalém, ele vai construindo uma vida de “Talmud-Torá”: de estudo e ensino da Palavra de Deus, como Palavra de Vida que alimenta e fortifica sua vida cristã, na Congregação dos Religiosos de Sion. 

Que a leitura deste livro nos coloque no autêntico caminho cristão da escuta e do encontro: que ela suscite cada vez mais  pessoas apaixonadas pela Palavra do Deus Vivo presente em Israel e na Igreja.

O CICLO DAS FESTAS BÍBLICAS NA ESCRITURA E NA TRADIÇÃO JUDAICO-CRISTÃS

Pe. Manoel Miranda; Marivan S. Ramos

“Ao longo deste livro, o leitor verá como cada festa era e continua sendo celebrada por Israel e na Igreja. O dom da Torá em Pentecostes, a confiança absoluta em Deus na festa de Sucot, a acolhida da criação contínua em Rosh Ha-Shaná, a necessidade de Perdão, oferecido e recebido, na festa de Kippur, a luz divina em Hanucá e a proteção da Vida amada e querida por Deus, em, Purim e Tisha be-ab; tudo isso conduzirá, com certeza, o leitor a mergulhar em cada um dos oito capítulos desse livro para degustar a beleza e a profundidade dos principais Encontros queridos por Deus e brilhantemente apresentados pelos autores, Pe. Manoel Miranda e Prof. Marivan Ramos”. (Prof. Dr. Pe. Donizete Ribeiro, NDS)